terça-feira, 8 de outubro de 2013

CRUZA SUAS PERNAS

Cruza suas pernas
Tu tens um dom de fazer-me
Sentir um homem muito levado
Possuir você do lado do meu
Avesso me põe tua você vai perceber
Solta a tua loucura o teu fulgor
Resisti as minhas vontades
Porque vou te invadir passear
Pelas suas fendas queimando
Minha língua matando minha sede
Empurre-me 
Atravessa meus encantos os seus
Está a tua procura
Deixa-me beijar sua nuca
Tocar seus mamilos descendo
Pelas suas siluetas nem que seja
Por um segundo

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

AGARRA-ME

agarra-me
tira minha pele
arranha crava-se em minhas
costas pelo meu corpo todo
não seja delicadeza eu não quero
tu és a mulher 
amante
puta
insana das mais
perfeita única
ímpar
fazer sexo com você me acalma
quero sentir sua velocidade
fera dentre penetra
a minha selvageria sobre
minha  terra de sonhos
das fantasias piores fantasias
eróticas fazer apenas contigo
ferozmente adorável 
totalmente domável sobre mim

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 6 de outubro de 2013

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


EU VOU PARAR DE DIZER

Eu vou parar de dizer  te amo!!!, para qualquer um, eu vou extirpar do meu vocabulário as palavras: “pessoa amada”. Eu vou parar porque eu me entrego aos entes que não me entende, aos pupilos que eu desconheço, porque preciso dormir, tomando rivotril,  com cerveja, ou dentro de um entendimento febril, eu vou parar de me mostrar tão límpida, ímpar aos que me condenam, não quero posto a mesa, nem jogar meus sentimentos dos mais profundos abaixo os cães famintos, quero limpar o meu nome, dentro dessa sociedade, social hipócrita, que em mim os vermes condenam, a um veredicto ....preciso das reticências, porque elas iram mostrar quem são vocês, assim poderei se mais eu.... Aplausos às reticências.....aplausos aos refluxos da memória de um povo sem memória....

TEXTO DE BEY CERQUEIRA 

DEIXA O TEU CORPO

Deixa o teu corpo no meu
Que sentiremos vibrar nossas
Grutas
Envolve-me nos teus braços
Que eu vou entender o que queres
Não se desfaz de mim por que
Quero-te sentir devassamente 
Sobre os meus sentidos que
O tempo foi incapaz de 
Apagar

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 5 de outubro de 2013

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


NÃO ESTRAGA

Não estraga esse T
Eu necessito dele
Vamos nos encontrar
Por esse mundo a
Aonde a magia se chama
Amor
Aonde a ardência revela
As nossas verdades
Entre coxas que se desliza
Lentamente

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

ABRE-TE

Abre-te peço com ternura
Mais se quiseres fico brava e 
Ordeno-te
Não tens ideia mulher o quanto
Tu me encantas o quanto tanto 
Faz-me sentir deslizar lentamente
Na minha devassa entranha
Com delicadeza ou do jeito que quiseres
Sedenta de ti com sede por todo o meu corpo
Toco-me com uma das mãos com a outra lhe
Faço carícias nos seus seios intensamente
Sem medo de errar o ponto

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

GOSTO

Gosto de colocar minha cabeça 
Endurecida sobre a sua rebolada
Fechar de pernas cruzadas 
Rasgo sua roupa sem tirar do lugar
Você começa mexer o menino cresce
Sinto a voz emudecida
Esse seu fulgor me excita demais
No nossa libido língua áspera suave
Feitas felinas nesse olhar
De fêmea.
Não consigo disfarçar o desejo de
Um menino livre rasgando a minha carne
Toco-te me toco espasmo em sua película 
Que me suja toda a veste que ainda
Não tirei nessa arte do tesão maduro
Dá fruta cortada ao meio
Desse fruto que chupo 
Delicio-me 
Nessa fúria do sexo que 
Me faz  te amar  tanto

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

AH! CRESCE

Ah! Cresce esta noite por inteira
A gruta enche de água salina
Não pare nem por um momento
Para sim de dar ouvidos aos outros
E escuta o toque do seu coração
Que com certeza vai fervilhar-me
Arreganha suas fantasias chega de
Falso puritanismo seja inteligente 
Me apanha agarra morde 
Toco todo o seu corpo seu short
Tá apertado mais cabe minhas mãos
Tira sua blusa deixa-me encostar-te
Seja minha por inteira
Vamos deixar de ser estúpidas
Descobre os meus segredos por que
Eles estão dentro de ti a anos
Perto dos teus tornamos uma só
Pois o amor existe independe seja lá do que for
Vem que eu te amparo em meus braços 
Sem te envergar.... Na altura exata
Não precisa ficar confusa porque o
Meu amor por ti é bem maior do que pensas 
Eu te amo dentre os meus poros acredita
Não tenho espaço a não ser só para você
Toma-o já, por favor,

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

A ARTE DE BEY CERQUEIRA



A ARTE DE BEY CERQUEIRA




A ARTE DE BEY CERQUEIRA



terça-feira, 1 de outubro de 2013

UMA MULHER AMADA

Uma mulher amada 
Querendo ser meretriz
Goza de prazer na ponta 
Da minha língua sussurra 
Fica suprema erguida febril
Uma mulher amada mesmo
Sutil jorra fogo pelas entranhas 
Em minha carne
Quando me ler

POESIA DE BEY CERQUEIRA

PRECISO

Preciso que aconteça
Em aconchegos que verga
Preciso sentir que me amas
Que me queres de verdade 
Preciso ser único a sua cama
Necessito da sua indulgencia
Preciso dos dentes afiados
Da língua cortada da calmaria do mar
Entre os dedos eretos molhados
Preciso das labaredas tarde sentir
Nossas matas embolar 
Nossos corpos arrepiar 
Sem pensar no amanhecer não vai 
Trabalhar hoje lhe pago o seu dia
Preciso de um longo abraço nos 
Lábios o beijo perfeito na cabeça o tejo 
E no lugar correto gozar mesmo 
Que seja proibido arrancar sua blusa
Apertando suas ancas mudas certas
Desnorteadas 
Preciso demais de você
Desatinada em mim

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

SEM FALAR NAS LOUCURAS

Sem falar nas loucuras que os sentimentos nos faz conter, as diferenças nos faz calar, enquanto fornecemos nossas energias num pensamento que atravessa as verdades, um encantamento, tornando nas juntas, únicas até rebentar o cordão umbilical, abaixo ventre, uma rua gritante em línguas que não se entende, de longe sente o seu cheiro, que mata minhas vírgulas, me deixa conversando sozinha, está difícil, procuro seu corpo, porque preciso preencher o meu, necessito enchê-la de ternura, carícias, porque meu membro me abala, e eu quase morro, tremo... 

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 29 de setembro de 2013

AONDE PODE HAVER

Aonde pode haver um ar 
Diferente do que a anos sinto
Que faça minhas mãos tremerem 
Minha boca arder as fendas abrirem 
Meu sangue correr explodindo veias
Não existe 
Não...outro ar entranhado no meu ser
O melhor é sentir deixar o vento 
Entrar pela janela e nós duas
Dançando suavemente através do tempo
Do conhecer 
Assim mantê-la em mim
Sem pressa  

POESIA DE BEY CERQUEIRA