quinta-feira, 26 de setembro de 2013

SOBRE NOSSAS CAVERNAS

Sobre nossas cavernas
As águas descem cristalizadas
Feito cachoeiras
Limpas cremosas meladas
Abre-se a flor de nossas entradas
Abrem-se para que possa aconchegar
Nossas carícias até adormecermos
Uma sobre a outra 
Coladinhas na reluz do sol nascente
Começamos a gingar nossas coxas
Novamente vem o cheiro do café
Exalando para despertar nossas vontades
Doce nossos líquidos banhando-as
Nossas grutas
Caímos novamente debruçadas
Umas sobre a outra como concha
Exaustas num transe de guetas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Que? Ah!!!!!!!!!!!!

que ah?!!!! se eu pudesse contar o quanto 
a minha vida deu-se voltas fez história até história
por muito amor e de bocas em bocas pulando cercas
pude contemplar o que queimava dentro de mim
imensas paixões.....
quente e rápida sente o peso do que se revela
gozo matinal um corpo que pudesse me decifrar
ou pelo menos dissesse o meu nome no outro dia
nem eu mesmo sabia muitas vezes.... 
renegando diversas mãos das quais me tocava
enquanto as minhas sem pudor rasgava as roupas
dedos perversos....de quem se apaixonava....
sintonia devorando o cio coxas suja de ousadia 
perpetuando o fruto proibido
que até eu podia consolar

POESIA DE BEY CERQUEIRA

POESIA DE SULLA FAGUNDES (ARTE DE BEY CERQUEIRA)


NOS NOSSOS AIS

Nos nossos ais delícia de sentir
Existi entre nossa boca nervosa
Explosivas sobre línguas que se
Trocam brigam por um lugar sobre nós
Estamos ainda vestidas a lua cheia nos olha 
O mar bravo batendo fortes as ondas altas
Entranha nossas coxas apertadas aumentando
No gelo nossas vontades de mulheres
Extremamente fáceis porque se querem
Encaixam-se no gancho
Arrancamos na tirania nossas roupas 
Jogando-as a ventania que zoava em
Nossas entranhas....Deitamos nua só
Sentindo a ponta da língua da onda espumante 
Em nós sobre areia nos quais arranhamos
Sem nos ferir posta contê-la em nós moldadas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 24 de setembro de 2013

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A ARTE DE SULLA FAGUNDES (SHEILA)


GRITA OS HOMENS

Grita os homens sem pura
Gentilezas sem delicadeza
Na embriaguez as mulheres
Da vida sem rumo os aguentam 
Ao fundo de todas as entranhas
Mergulhadas numa natureza doentia
Febril hipócrita de olhos abertos
Cintilantes em cores negras gritam 
Por mim meu corpo treme
Começo a ficar excitada meu sangue
Corre muito rápido sobre um coração já
Machucado do sexo na poesia
O orgasmo destas mulheres
Pelas quais em mim se dispa cessa
Elas procuram a liberdade sobre meu olhar
Mesmo que ele esteja triste atrás da porta

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 22 de setembro de 2013

VÍDEO POEMA DE SULLA FAGUNDES (SHEILA)



sulla fagundes poema - Se você não existisse

SOBRE MEU CORPO

Sobre meu corpo você se deita, passeia, faz voos bem rasantes, embriaga-me me deixa sem medo, aproxima de minha boca e beija docemente, como uma mulher apaixonada, e eu no meu tempo bastante espaço lhe aconchego, e navego antes ao destino do ponto G, dominadas, soa os instintos ficamos ali no gango ar, como damas que própria voz nos diz, ao ereto do momento inesquecível, ao toque profundo nas rasas raízes de nós duas.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 21 de setembro de 2013

VOCÊ NÃO TEM IDÉIA

Você não tem ideia do quanto
Faz-me inteira
Meu destino é caminhar ao teu lado
De mãos dadas coladinhas 
Dentro até possível num tempo feroz
Somos feita uma ao contrário da outra
Até ao teu tato cheiro que me embrenha
Que me faz distinguir-te
Tocando teu útero do qual
Faço-lhe vida lhe levanto ao meu
Ereto momento dentro
Meu corpo desavisado
Fica denso fervendo nas marcas
Das suas unhadas em minhas vontades
Ainda tenho essa marca elas são minha vida
Estão dentro de mim dormindo
Aconchegadas assim como você 
Mulher amada minha

POESIA DE BEY CERQUEIRA

EU ESTOU SEM PALAVRAS

eu estou sem palavras.........
como em tudo que em luz você me diz, 
preciso desse teu amor, 
porque eu preciso dar o meu a ti.....
te amo

poesia de bey cerqueira

ARTE DE SULLA FAGUNDES (SHEILA)


ARTE DE BEY CERQUEIRA



sexta-feira, 20 de setembro de 2013

NÃO TEM JEITO

Não tem jeito por mais que tento
Espalhar-me por ai em vãos desconhecidos
Não consigo distinguir o que é
Tesão 
Amor 
Paixão 
Para quer os três em mim existem e
Quando meu corpo grita
Silenciosamente no impulso me levanto
Vem seu nome seu semblante sua nudez
Não resisto pego o telefone te ligo apenas
Para escutar a sua voz ou quem sabe....
Antes então de dormir me ponho nua 
Para sossegar-me então
Assedio-me covardemente tentando
Violentamente matar a falta que tu me faz
Até o amanhecer

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

NESSE CORPO DESAFIANDO

Nesse corpo desafiando, todos os impulso, deixo sempre coisas no ar, para amanhã, deixo movimentos, que até faz mal, necessitas da força, somos violentas, mansas, nadamos uma sobre a outra, te proponho ser minha harpa, coloco-a entre minhas coxas, aperto o corpo ao instrumento pulsante, junto ao meu tejo de um tesão que nos dá até medo, que só você sabe me dá, e eu retribuir, começo tocando bem leve as cordas, de uma entrada só,  preciso apenas dos dedos, pois minhas mãos estão ocupadas apertando-o mais para junto de mim,  para não deixarmos sequer uma abertura dentro dessa sanidade,  do ambiente, que exala o som, eco aos meus ouvidos, desta tua boca grossa, densa, treme até o útero, do qual eu faço ninar,  inevitável esse êxtase entre nós duas, o puxar do cabelo, o morder de bocas, as carícias nos seus nervos, nessa  troca de mãos, no fechar das pernas grossas, é inevitável porque a volúpia , o olhar pedindo, explode sensações maravilhosas, um instrumento caro, que nos faz envergar, acabou de sair do tom.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

TENHA ABSOLUTA CERTEZA

Tenha absoluta certeza que tomarei
Desgovernadamente o teu nécta descendo
Absurdamente dominarei os seus caprichos
Saboreando cada gota que cai em meus lábios
Até o suor do seu prazer em minhas mãos iram
Guiar-me ao mais profundo do seu refúgio
Até ao impossível das sensações posições 
Que se possa ter viver entre duas mulheres 
Famintas 
Vamos definir o nosso corpo buscar as marcas
Elas são mortais que faz crescer ao apertar
Entre nossas coxas 
Explodimos em gozo nesse universo que jorra
Diversas fantasias uma delas nas esporas 
Rasga argolas tronco cama me toma e
Voa sobre mim verdadeiramente me joga 
Uma âncora para fazer até arder 
Todos os nossos poros nossos pecados
Deliciosamente

POESIA DE BEY CERQUEIRA