O leite que derramas ao meu sugar
Em carícias constante dia-dia
Madrugadas inteiras meus toques lhe
Cravam penetram lhe deixa amável
Calma numa complexidade de deuses
Uma parte do teu corpo que é adorável
Grande em luxuria de uma meretriz da qual
Quero investigar com a delicadeza dos instintos
Suas histórias em um rabisco numa tela branca
Que repulsa purificando-me
Abaixo do seu umbigo entre suas coxas
Deixa minha cara melada fluindo um encanto sobre
Êxtase no comprimento dos nossos deveres
Sedutores
Abundantemente carnais a mim trancados
Em fantasias eróticas silenciosas
Que escapam a nossa sanidade
Fecha a porta quem por trás está a bater
Não vai entender o nosso olhar
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
NÃO QUERO ESCUTAR
Não quero escutar, faça minha carne.
Ela por si já treme quando então é
Tocada principalmente pelas suas mãos
Fazem atos dos quais sangro derramo o leite
Faz-me escrava do seu mel ao meu acima do joelho
Esses toques me fazem ficar suada, com sede.
De boca aberta, olhos cerrados, inevitável.
Vem o gozo, inevitável soa os sinos das fantasias.
Quebrando gelos registrados logo
Gemidos a dor no despertar que invade
A fúria que arrebata os atos que nos deixa
Quebradas sobre nossos silêncios
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Ela por si já treme quando então é
Tocada principalmente pelas suas mãos
Fazem atos dos quais sangro derramo o leite
Faz-me escrava do seu mel ao meu acima do joelho
Esses toques me fazem ficar suada, com sede.
De boca aberta, olhos cerrados, inevitável.
Vem o gozo, inevitável soa os sinos das fantasias.
Quebrando gelos registrados logo
Gemidos a dor no despertar que invade
A fúria que arrebata os atos que nos deixa
Quebradas sobre nossos silêncios
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 18 de junho de 2013
SALIENTE
Saliente safada mais mágica
Deixa de propósito o vento
Levantar sua saia do outro lado da rua
Observava-te tormento febril
Estava com uma calcinha preta de renda
Fácil para tirar mais todo o teu pecado
Destemido junto aos meus
Porque cabe direitinho em minhas mãos
Chego perto bem perto você bastante doada
Então vou lhe beijando acariciando seus frutos
Em plena luz 40 graus atrás de uma estação
São vermelhos bem maduros esses morangos
Suados
Sua costa escorrega o trem passando
Gritos nos vagões pareciam uma festa
Mulheres expostas sem saídas
Mal casadas talvez ou homens covardes
Aquilo lhe excitava te empurrei então entrada
Num bosque cheirava afrodisíaco
Mordo suas vestes toco seu baixo ventre
Na beira de sua renda da qual eu rasgo
Você se inclina coloca as mãos na cabeça
Toco ao som de uma orquestra aonde todos
Riem de nossa festa...arrastamos pelas paredes
Trilhos quentes isso nos enlouquecia
Senta devagar bem fundo enquanto aperto forte
Suas curvas
Te olho te alcanço e
Me vejo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Deixa de propósito o vento
Levantar sua saia do outro lado da rua
Observava-te tormento febril
Estava com uma calcinha preta de renda
Fácil para tirar mais todo o teu pecado
Destemido junto aos meus
Porque cabe direitinho em minhas mãos
Chego perto bem perto você bastante doada
Então vou lhe beijando acariciando seus frutos
Em plena luz 40 graus atrás de uma estação
São vermelhos bem maduros esses morangos
Suados
Sua costa escorrega o trem passando
Gritos nos vagões pareciam uma festa
Mulheres expostas sem saídas
Mal casadas talvez ou homens covardes
Aquilo lhe excitava te empurrei então entrada
Num bosque cheirava afrodisíaco
Mordo suas vestes toco seu baixo ventre
Na beira de sua renda da qual eu rasgo
Você se inclina coloca as mãos na cabeça
Toco ao som de uma orquestra aonde todos
Riem de nossa festa...arrastamos pelas paredes
Trilhos quentes isso nos enlouquecia
Senta devagar bem fundo enquanto aperto forte
Suas curvas
Te olho te alcanço e
Me vejo
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 17 de junho de 2013
AH!!!!!
Ah! Se todas as pessoas pudessem entender, o que em meu peito alastra que minhas buscas misteriosas, andanças pela madrugada, eu pudesse também disfarçar-me do vexame, me elevando a um tom de doçura, amante, felina, maior, oferecida as ruelas, cheirando o meu deslumbramento, deixando um rastro, de aventuras sem limites, pudera todas as grandes pianistas tocassem para mim, ao ventre, depois sobre um berço, num bar qualquer, sentada a uma cadeira de madeira, com os pés no chão, talhados, olhando as roseiras, que mesmo com espinhos brilham aos meus olhos, ao longe deslumbrada vejo o rio caindo, fazendo curvas, continuando em sua margem, nua, exposta me enxergo no raso espelho do rio, quando te tirei sua pureza, posta ao fluído, de um vaso sujo, de todos nossos sentidos, busquei a razão, mais ela estava infinitamente longe de mim, rasguei-me arranhei-me, mergulhei profundamente, nas tormentas que descia dentre minhas coxas, em brasa, tu és minha, acaricie meu rosto, toco seus seios, desejos que não aceitá-los, sentir meu corpo sobre a água, senti o prazer da carne, corroendo meus ossos, me senti na tua realidade, impuros sentidos, adormece em mim uma criança febril, enquanto ao lado dorme uma mulher, a sombras de um passado,
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 16 de junho de 2013
SOU SEU
sou seu alimento crescente
dentro criado de uma libertinagem
saudável
sou a busca do seu prazer
adormecido
sou o que queres que eu seja
até seu homem velho
cansado mais
ereto
faminto
perdido sobre lembranças
de um corpo feminino
POESIA DE BEY CERQUEIRA
dentro criado de uma libertinagem
saudável
sou a busca do seu prazer
adormecido
sou o que queres que eu seja
até seu homem velho
cansado mais
ereto
faminto
perdido sobre lembranças
de um corpo feminino
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 14 de junho de 2013
COMO UM ANJO
Como um anjo que acalma a mulher
De vários momentos amontoados
Por desejos queimando em mim
Sou uma mulher libertina dentro de uma
Liberdade única impar se eu quiser
Ir a um cabaré ou subir uma montanha
Ninguém tem nada com isso
Sou fêmea machucada sobre uma menina
Assustadas estimuladas adormecem todos os
Instintos perante um espelho
Do qual me desmascara
Espia-me mostrando-me as rugas
Oferecida por tantos devaneios
Na madrugada pelos becos
Sobre tantas buscas de um prazer
Apenas pela carne sem veste emudecida
Deixo-me levar pelos impulsos excitados
Dos quais fico alucinada cheia de tesões
Acumulados que queres uma devassa ou
Uma loba pudica
Amedrontada pelo passado
POESIA DE BEY CERQUEIRA
De vários momentos amontoados
Por desejos queimando em mim
Sou uma mulher libertina dentro de uma
Liberdade única impar se eu quiser
Ir a um cabaré ou subir uma montanha
Ninguém tem nada com isso
Sou fêmea machucada sobre uma menina
Assustadas estimuladas adormecem todos os
Instintos perante um espelho
Do qual me desmascara
Espia-me mostrando-me as rugas
Oferecida por tantos devaneios
Na madrugada pelos becos
Sobre tantas buscas de um prazer
Apenas pela carne sem veste emudecida
Deixo-me levar pelos impulsos excitados
Dos quais fico alucinada cheia de tesões
Acumulados que queres uma devassa ou
Uma loba pudica
Amedrontada pelo passado
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 13 de junho de 2013
INTERROMPE
Interrompe fêmea amada mais não me castra
Deixa meu corpo colado ao teu
Eles encheram de prazeres deliciosos
Contorce, retorce, reduz avança a velocidade
Seduz-me porque és capaz avança o sinal
Porque sei que és gulosa
Atrevida quem quis minha língua quente
Meus dedos nervosos fazendo esculturas no
Seu mais profundo íntimo a tua vontade
Gozos se confundem estreitos movimentos
Basta um gole, embriagados. Sim porque não
Não sabe se é deusa no estímulo dos deuses ou
Na inversa lhe coloco ajoelhada galopo como um cavalo
Selvagem
Não somos três, sou eu mesma.
Cruamente
Sem disfarces sem hipocrisia
Assuma
Queres-me tanto!!!!!! Que foge de mim
No meu lombo seja uma amante servil
Quero te ver pecar amarrada
Em minha cama consagrar-te com toda força
Viril para que se senti uma mulher novamente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Deixa meu corpo colado ao teu
Eles encheram de prazeres deliciosos
Contorce, retorce, reduz avança a velocidade
Seduz-me porque és capaz avança o sinal
Porque sei que és gulosa
Atrevida quem quis minha língua quente
Meus dedos nervosos fazendo esculturas no
Seu mais profundo íntimo a tua vontade
Gozos se confundem estreitos movimentos
Basta um gole, embriagados. Sim porque não
Não sabe se é deusa no estímulo dos deuses ou
Na inversa lhe coloco ajoelhada galopo como um cavalo
Selvagem
Não somos três, sou eu mesma.
Cruamente
Sem disfarces sem hipocrisia
Assuma
Queres-me tanto!!!!!! Que foge de mim
No meu lombo seja uma amante servil
Quero te ver pecar amarrada
Em minha cama consagrar-te com toda força
Viril para que se senti uma mulher novamente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 12 de junho de 2013
INVADE
Invade com os teus braços
Todos os meus sentidos
Inclusive os selvagens
Cala a minha voz lhe a corrente
Para que eu sinto em casa tocada
Ai cair de cada gotícula do seu suor
Um único odor que me deixa viril
Divino o nosso roçar
Excitadas pela noite clara
Cubro-te com o manto da liberdade
Do direito de dizer e querer o que quiser
Terás inteira te seduzo na penumbra
No chão com teia de aranha no teto
Estás penetrada beberei os seus traços
Alimento-a depois do ato e lhe digo
Até mais tarde talvez no fim do mês
Quem sabe?
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Todos os meus sentidos
Inclusive os selvagens
Cala a minha voz lhe a corrente
Para que eu sinto em casa tocada
Ai cair de cada gotícula do seu suor
Um único odor que me deixa viril
Divino o nosso roçar
Excitadas pela noite clara
Cubro-te com o manto da liberdade
Do direito de dizer e querer o que quiser
Terás inteira te seduzo na penumbra
No chão com teia de aranha no teto
Estás penetrada beberei os seus traços
Alimento-a depois do ato e lhe digo
Até mais tarde talvez no fim do mês
Quem sabe?
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 11 de junho de 2013
MEU SORRISO
Abafa uma louca no íntimo
Com juízo
Firme leve certeira
O leite é bom vampira
Alucinada por esse corpo
Que olho
Como eu te amo!!!!!!
Mesmo longe sinto uma maresia
Entranhada em mim
Estimulada por inteira
é a maldita saudade
Verdadeiramente
Acanhada
Perco a minha identidade
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
Com juízo
Firme leve certeira
O leite é bom vampira
Alucinada por esse corpo
Que olho
Como eu te amo!!!!!!
Mesmo longe sinto uma maresia
Entranhada em mim
Estimulada por inteira
é a maldita saudade
Verdadeiramente
Acanhada
Perco a minha identidade
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
COMO VAI VOCÊ EDUARDO LAGES
MEU SORRISO
Abafa uma louca no íntimo
Com juízo
Firme leve certeira
O leite é bom vampira
Alucinada por esse corpo
Que olho
Como eu te amo!!!!!!
Mesmo longe sinto uma maresia
Entranhada em mim
Estimulada por inteira
é a maldita saudade
Verdadeiramente
Acanhada
Perco a minha identidade
(POESIA DE BEY CERQUEIRA)
segunda-feira, 10 de junho de 2013
COLOCAR
Colocar meus pés sem sapatos, no assoalho
Na terra mato, sentindo todas as vibrações
Mesmo sem ter nada no ventre
Despedir de um trem filosofar até escutar
O canto de um pássaro mudo
Calar-se diante tantas noites de luar
Esperando o sol na fresta te beijando
Abraçando seu corpo lhe deixando
Leve para dançarmos em cima de uma roupa
Fina molhada, acreditar que podemos ser
Únicas
Que ideia absurda ninguém é de ninguém
Liberdade sobre poesias mansas selvagens
Sobre chuvas fortes trovoadas que nos
Aproxima encaramos nossos tesões
Vamos viver, viver, viver sobre só um grito
Pode ser de ternura quando no final posta
Inebriada a mata queimando sente queimada
Se
Descuida sobre um disfarce e expõe a qualquer
Pano
O leitoso líquido que descem de nossos eixos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Na terra mato, sentindo todas as vibrações
Mesmo sem ter nada no ventre
Despedir de um trem filosofar até escutar
O canto de um pássaro mudo
Calar-se diante tantas noites de luar
Esperando o sol na fresta te beijando
Abraçando seu corpo lhe deixando
Leve para dançarmos em cima de uma roupa
Fina molhada, acreditar que podemos ser
Únicas
Que ideia absurda ninguém é de ninguém
Liberdade sobre poesias mansas selvagens
Sobre chuvas fortes trovoadas que nos
Aproxima encaramos nossos tesões
Vamos viver, viver, viver sobre só um grito
Pode ser de ternura quando no final posta
Inebriada a mata queimando sente queimada
Se
Descuida sobre um disfarce e expõe a qualquer
Pano
O leitoso líquido que descem de nossos eixos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 9 de junho de 2013
DESPERTAR
Despertar sobre nós duas algumas esperas
Esporas e feras que explodem no íntimo
Derramar essa paixão inflame na boca rosada
No roçar de lábios sobre diversos segredos
e
Confissões
Alimentar-se nesse balançar do balançar
Sobre nossos líquidos adocicados
Amanhecer sobre nossas garras
Encurraladas na grade de nossa cama
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Esporas e feras que explodem no íntimo
Derramar essa paixão inflame na boca rosada
No roçar de lábios sobre diversos segredos
e
Confissões
Alimentar-se nesse balançar do balançar
Sobre nossos líquidos adocicados
Amanhecer sobre nossas garras
Encurraladas na grade de nossa cama
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 8 de junho de 2013
MINHA MULHER AUDACIOSA
Minha mulher audaciosa, que me encanta em sonhos, porque nos sonhos eu posso tê-la de qualquer maneira, posso, sabe, até amá-la caso necessário, mais prefiro construir momentos íntimos, fazendo-me de você o meu cheiro de pomar, embriago-me no seu entardecer sobre uma leve brisa entre um olhar, um toque, e outro, e outros tantos beijos secretos, nossas vontades não se calam, ficamos a rodopiar por todo o nosso corpo, projetando anciãs sombras, me alimento, do leite derramado dos seus seios, proporcionando a mim convulsões diversas ao seu prazer, explodimos em confissões das quais sentimos o peso de nossas entregas.
POESIA DE BEY CERQUEIRA
POESIA DE BEY CERQUEIRA
SENTE O TEMPO
Sente o tempo o peso
Do meu corpo em ti que ainda
Ficou
Sente arder teus Gs quando
Exala desta fêmea maldita
Sente o tempo passando não
Pelas nuvens nem pelo relógio
Sente tempo pelas arestas
Do beiço inchado da sua flor
Audaciosamente
Sente o tempo quando se toca a pele
Olha-se no espelho e
Não sente o cheiro nos dedos
Do teu perfume
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Do meu corpo em ti que ainda
Ficou
Sente arder teus Gs quando
Exala desta fêmea maldita
Sente o tempo passando não
Pelas nuvens nem pelo relógio
Sente tempo pelas arestas
Do beiço inchado da sua flor
Audaciosamente
Sente o tempo quando se toca a pele
Olha-se no espelho e
Não sente o cheiro nos dedos
Do teu perfume
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 6 de junho de 2013
ENVOLVIDO ENCANTAMENTO
Envolvida por um encantamento, rendida.
A sexualidade imposta ao mês seu menstrual
Porque sou vampira conhecendo bem as suas
Potências não rejeito deixo-me entregar a esse
Perigo potencialmente conquistado por mim
Um olhar apaixonado que eu não esqueço
Mãos grandes, unhas por fazer o que importa?
Embriago-me no seu mais doce mistério
Sem ao que menos importa para mim
São suas regras nem me interessa suas
Toda uma confissão, porque é disso que me alimento.
Audaciosas coxas quando tu as fechas
Entre seus dedos sensuais demais....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
A sexualidade imposta ao mês seu menstrual
Porque sou vampira conhecendo bem as suas
Potências não rejeito deixo-me entregar a esse
Perigo potencialmente conquistado por mim
Um olhar apaixonado que eu não esqueço
Mãos grandes, unhas por fazer o que importa?
Embriago-me no seu mais doce mistério
Sem ao que menos importa para mim
São suas regras nem me interessa suas
Toda uma confissão, porque é disso que me alimento.
Audaciosas coxas quando tu as fechas
Entre seus dedos sensuais demais....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 5 de junho de 2013
MINHA SENSUALIDADE É FEROZ
Minha sensualidade é feroz
Atesto sobre o meu cavalgar
Acima de você que rebola
Insinua abaixo o ventre se toca
Todo um aperto bastante lubrificado
Facilitando a abertura parece um feitiço
Sobre seus ossos entre coxas das quais
Eu digo amém dentre todas expostas em líquidos
Teima em queimar-nos mais fica guardado
Meus membros teína sonolentos
Dentro seu corpo marcado nas cicatrizes
Do seu avassalamento tremores que choca nossas
Delicadeza entrega-se as argolas estão em
Minhas carícias são até sutis nesse quarto fechado
POESIA DE CERQUEIRA RABELO
Atesto sobre o meu cavalgar
Acima de você que rebola
Insinua abaixo o ventre se toca
Todo um aperto bastante lubrificado
Facilitando a abertura parece um feitiço
Sobre seus ossos entre coxas das quais
Eu digo amém dentre todas expostas em líquidos
Teima em queimar-nos mais fica guardado
Meus membros teína sonolentos
Dentro seu corpo marcado nas cicatrizes
Do seu avassalamento tremores que choca nossas
Delicadeza entrega-se as argolas estão em
Minhas carícias são até sutis nesse quarto fechado
POESIA DE CERQUEIRA RABELO
terça-feira, 4 de junho de 2013
SÓ EM PENSAR
Só em pensar no que eu poderia fazer
Numa noite de luar em sua menina sugar
Insinua para mim o seu canto de amor
Entre dentro de minha beleza espontânea
Mexe com minhas impurezas
Aperta o caminho por onde eu vou entrar
Fechando suas pernas
Toma-me utópica a ti mulher de uma beleza
Da qual vira uma obsessão lentamente
Sobre meus poros fluentes as indagações
Dos teus pedidos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Numa noite de luar em sua menina sugar
Insinua para mim o seu canto de amor
Entre dentro de minha beleza espontânea
Mexe com minhas impurezas
Aperta o caminho por onde eu vou entrar
Fechando suas pernas
Toma-me utópica a ti mulher de uma beleza
Da qual vira uma obsessão lentamente
Sobre meus poros fluentes as indagações
Dos teus pedidos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 3 de junho de 2013
QUE EU TOCO
Que eu toco em minha nudez sórdida
Que eu me desdobro-me curvo sobre o meu tesão
Que eu possa arrebentar os cadeados
Que prendem minhas continuidades
Aonde cardeal a gestos escondidos me atrai
Um sinal brilha são faísca cheio de tentações
Calaria se pudesse mais eu posso interpretar suas
Respostas seus estímulos meus anéis
Não negam as suas indicações
Pensar me dá até aflição um frescor
Em minha nudez mórbida
Em minhas entradas cheias de teorias
POESIA DE BEY CERQUEIRA
Que eu me desdobro-me curvo sobre o meu tesão
Que eu possa arrebentar os cadeados
Que prendem minhas continuidades
Aonde cardeal a gestos escondidos me atrai
Um sinal brilha são faísca cheio de tentações
Calaria se pudesse mais eu posso interpretar suas
Respostas seus estímulos meus anéis
Não negam as suas indicações
Pensar me dá até aflição um frescor
Em minha nudez mórbida
Em minhas entradas cheias de teorias
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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