domingo, 19 de maio de 2013

VÍDEO POEMA BEY CERQUEIRA


TEU CORPO


Teu corpo de 

Mulher madura

Orgia no banho rodeios 

Sem pudores 

Toques que desperta

Indecentes momentos

Carente quente muito

Estimulante


POESIA DE BEY CERQUEIRA




MEU PUNHO


Meu punho duro abrindo 
Uma fenda rasa parece 
Polpa de morango dentro da 
Fissura entusiasmo pego um
Punhal decretando marcando 
A intimidade
Com dormência 
Docemente passiva enquanto eu
Ativa me aprumo abaixo ventre

POESIA DE BEY CERQUEIRA

A ARTE DE BEY CERQUEIRA


sábado, 18 de maio de 2013

SENTE O MEU OLHAR


Sente o meu olhar, deixa o meu tesão te despertar, deixa-se se excitar, chega de fazer doer a paixão, deixa o desenfrear acender o fogo, deixa o vento trazer um tempo, não podemos resistir as chamas porque elas nos queimam,  acompanha o encanto, meu deixa te olhar, acompanha também o tremer das minhas pernas, deixa eu te tocar, alucinar-te com minha voz sobre um corpo gemido de marcas, o sol nasce fusco enquanto vivemos de sonhos sobre a madrugada, são desejos de saudade, porém insubstituíveis, único, quando me no vácuo me viro e durmo.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 17 de maio de 2013

O RANGER DOS DENTES


O ranger dos dentes 
Joelhos ao chão
Âmbar dos sentidos
Espia no espelho tua face
Que ouvirá meus gemidos
Meu corpo é um templo de desejos
Boca
Sexos
Lambe meu ponto fraco
Poupa-me toca-se
Que eu lhe convenço do quanto
Os rangeres de dentes à dentro e
No antes, durante, depois é maravilhoso!

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 16 de maio de 2013

ABAIXA-SE


De joelho reze o que eu lhe pedir
Enquanto percorro suas estradas
Desviando das curvas apertando
Dentre suas coxas ocupadas dolentes
Histórias nesse jogo de roçar gostoso
Longa entre os meus lábios vermelhos
Fibras eretas que te encosta
De joelhos meus modos desfrutam do
Templo do côncavo do fruto da maça
Aberta ao meio

POESIA DE BEY CERQUEIRA 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

TUA


Teu ventre desfeito pelo soco nos testículos
Abaixo o peito nesse jogo sujo 
Feia forma de dizer que gosta
Egoísta deusa que eu gosto usa-me 
Tira da minha reta esse infeliz passado
Porque fui tocá-lo? Você me machuca não me respeita
Fico abaixo em posição de feito
Procuro me esconder de teus anéis
Dos teus feitiços mentiras
Não tenho medo do tempo apenas adormeço
Com ele....
Perco o sono mais enfrento a dor dentre minhas pernas
Suas e minhas escolhas erradas malditas tanto no antes
Como no agora....me deixa suja por lhe desejar tanto!!!!
Mais que se ferra esse beco cheio de vermes e
Molhado por uma poesia mal feita que se dane
Nesse berço encharcado aonde se fere quem não se ama
Feriu com as mãos que te balançou no berço
Desconta a sua fúria, o seu sopro, rancor e ódio. 
Por toda a sua vida por ter recebido sexo mal feito
São suas escolhas.... eu apenas partir bem antes
Foi comigo e eu com você que tivemos o sentido real
De um prazer infinito, não adianta você me quer.
Tanto quanto eu lhe quero... Somos o próprio gozo
Aonde todo é latente, lateja, lacrimeja, endoidece.
Tento passar para você o quanto precisamos 
Molharmos a baixa luz 
Teu semblante cansado adormece na boca 
Coloca-o em meu ombro... Deixa-me deslizar
O meu lobo... A minha fúria de amor sobre teu corpo
Enquanto eu procuro nos sonhos preciso sentir 
Nossos vícios como pedra dura gravada
Dentro do meu peito. Eu te amo!!!!!

POESIA DE BEY CERQUEIRA

APESAR


apesar de tudo que sinto com suas bravuras
sou branda com você
peço que meus pontos
não tenha mais modos que caminha
que segue para outros pontos dos quais apenas
me sirva de aborto a grosso modo
mais que seja sereno branco gelado como
uma noite bem fria
nossos lábios famintos abaixo do umbigo
eu não preciso mais falar com você
nem escutar a sua voz
isso tudo já toma conta de todo o meu ser
como não se engana a minha do seu
doce mamilos corpo delicioso leite quente
nunca vou te esquecer são meus sempre
serão meus mesmo invisíveis
sedenta ceda-me a sua fruta porque é o que você
mais quer na vida....não seja burra e
sobre nossos nus corpos descascados
saboreamos uma a outra

POESIA DE BEY CERQUEIRA

terça-feira, 14 de maio de 2013

NO SEU VÁCUO


No seu vácuo quente, retoma o que se penetra a bússola não marca mais, não temos por onde nos esconder, assumimos nossos desenfreio, nos arredores de nossas grutas, profundas, aonde o mar lambe, os pontos aonde nos deixa uma sobre a outra, sem distinção do que é certo, porque o certo é encaixarmos no nosso tempo hoje, agora, sem perdermos a oportunidade do sexo perfeito, do cheiro que me faz tão perfeita, do seu jeito que me balança, nesse quente aroma, afrodisíaco, quando lhe puxo, e você aperta meus cabelos, nesse galopar entre duas mulheres gigantes, em busca do elo, dos vícios, da vastidão, do apagar do gelo dentre as pernas.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

segunda-feira, 13 de maio de 2013

VÍDEO POESIA (REFAZENDO)


A ARTE DE BEY CERQUEIRA



MINHA SEDE


Minha sede por ti eterniza minha vida
Inclinas repousadamente as suas ancas
Em minha boca seca pelo tempo
Levantas vem feito uma felina
Arranha-me a cara tampa meus poros
Minhas memórias me acusam te marcam
Seda a mim o seu tempo
Retesada mostra seus dentes
Penetra até ao ventre
Atormenta minhas entradas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

domingo, 12 de maio de 2013

MANSA


Mansa abriu-se, por favor, caminha pouco.
Vem devagar passeia sobre todos os 
Meus pontos, não diga nada.
Fica em silêncio, solta seus sulcos
Minha boca já está entreaberta e os 
Meus instintos são bastante lucrativos
A mim posto para ti em chamas

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sábado, 11 de maio de 2013


SCORPIONS WHEN YOU CAME (POESIA DE BEY CERQUEIRA)

http://www.youtube.com/watch?v=KZ2yBGnPA3c

COLOCA RÉDEA


Coloca rédea em minha vida
Faz-me florir sobre seus gemidos
Entre seus dedos 
Toca-me não pergunta nada e
Com tua língua vem e passa sobre mim
Você tem macias coxas grossas que vou
Morder entre meus enlaces pegar a sua
Anca com força de um homem 
Minhas coxas irá ter uma convulsão e 
Vagarei sobre todas as suas vagas
No seu quarto
Quando você estiver dormindo

POESIA DE BEY CERQUEIRA

sexta-feira, 10 de maio de 2013

CANTO DE BAR


Canto de bar que contraste
Nossos corpos dançam em cubos 
Vagarosa toma a rédea
Nesse canto de bar fedendo cachaça
Quando lhe peguei pela cintura
Deixei-lhe tonta embriagada de
Tantos amassos eram a parede 
Que nos segurava
Apertávamos tanto uma a outra 
Que por ali mesmo ficávamos em brasa
Claro tinha que lhe chamar para cama
Para qualquer lugar mais calmo
Ficaríamos mais a vontade
Aonde encontraríamos os nossos segredos
Dos mais sórdidos aos mais puros
E foi daí que vivemos alguns anos juntas
Foi lindo! Inexplicável inesquecível mais 
O tempo castiga faz as noites passarem
As vísceras fecharem o sopro sufocar
E num canto de um bar embriagada
Me pego relembrando nossas lembranças
Esguias a mim sozinha em meus braços

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quinta-feira, 9 de maio de 2013

SISTEMA NERVOSO


O seu sistema nervoso está muito abalado, vamos assumir nossas saudades, vamos tentar nos seduzir, ao ponto de desmaiar como fazíamos antes, eu aposto que o que nos falta é esse querer, uma da outra, vamos parar de negar, vamos produzir o nosso leito, cama desalinhada, roupas rasgadas, espalhadas pelo chão, da cozinha, banheiro, quarto, vamos nos permitir termos novamente, porque sabemos que temos êxtase, vários, no modo mais desdobrado, mais gostoso porque é depravado, sem pudor, somos duas mulheres, que se ama, que fazem amor, sexo, selvagem, ou não, sobre túnicas, na penumbra quando o véu cair será por opção, nossa, atordoada eu fico, com e você sabe como minhas entranhas na clareza do bacanal fica furiosa, fecho as pernas em suas cinturas, e lhe faço minha presa, até no sono, livre somos, e quando cai à chuva vai limpando arrastando nossas vontades, nos fazendo meretriz, alivia a minha dor com a sua força, esfrega a ansiedade dentro de mim, me deixa curvar-me até o ponto onde você está aberta, me coloco bem no fundo de suas fendas, quando jorrando em minha boca o seu líquido tão cheiroso, amado, ao som de um bandolim, num contraste a luz neon, no seu bale sensual, me queimo pela febre, trêmulos dedos. Enxergo suas ancas, e a desvia num movimento afinado, sobre minha boca seca, ao teu prazer.

POESIA DE BEY CERQUEIRA

quarta-feira, 8 de maio de 2013

PERNAS


Pernas
Crescente
Enquanto
Densa
Docemente
Curva em nó
Estafante carne
Furiosa
Desdobrada
Jorra
Olha-se
Imagem turva
Sou eu
Produzindo raios
Queimando
Os teus (nos) meus
Numa só sintonia

POESIA DE BEY CERQUEIRA

DESARME-SE


Desarme-se se curva vai até o chão
Fique de joelho aperto seu rosto
Vou descendo faminta até abaixo
Deixa-me pecar sabe por que 
Por que não terei razão de não fazer-te
Frívola para que suba sobre os pontos
Tantos pontos G que ao toque dos dedos
Fazem-me alucinar de tanto....ereta até
Na ponta da agulha fagulhas toca suas
Pintas entre minhas pernas mergulho 
Suspensa nos impulsos 
Estátua livre nua fique quieta
Vou fazer sua moldura e 
Com ela dormirei a madrugada
Abraçada em quantas árvores carnívoras
Correi roas que invade os ancestrais
Roçam dobram e bate sininho 
Desfruto do doce numa branda madeira
Cor de mel
Desarme se me deixa te amar
Porque a chuva pode cair tão forte
Que a tábua do ventre aberto
Entreaberta um dia pode apodrecer

POESIA DE BEY CERQUEIRA