terça-feira, 20 de novembro de 2012
EU E VOCÊ
EU E VOCÊ
sobre esse inverno que chega
lá fora o frio embaça a janela
só nós duas embolamos explorando
esse ímpeto momento clama nossos corpos
faz mexer nossas pernas numa dança valsa
talvez ou era um tango....uma taça embriago-me
nessa paixão inesquecível acaricio suas costas
te encho de beijinhos aperto você sobre mim
com uma ternura da qual ficou marcada e
nunca tive mais em minha vida
LEMBRANÇAS...num pensamento
sentada no sofá sinto intensa sobre meu corpo
que queima ao seu afago seus cabelos
era noite seu cheiro ao me esperar delicioso
todos os dias me atiçava eu
calmamente te pegava no colo
até o nosso quarto e trancava a porta....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
A TOQUES EM MIM
A TOQUES EM MIM
a toques que em mim renascem
tipo uma esperança indecente
que se mistura nos hábitos manias
raça em toda a minha pele dentre
meus poros uma suada perdida boca
por tantas as quais que tocava e
que a cada trocada me lembra a sua ....
procuro esses anos todos ficar escrevendo
numa casa de areia .... maré sempre levou
não era forte o suficiente...mais intensa
porque o meu coração nunca deixou de te ter
arranco de minhas raízes toda uma
lembrança do que eu gostaria de poder
retornar o tempo virá-lo fazer o inverso do tempo
que se apagou nessa mistura corrida das nuvens
das águas correntes que não retornam ao leito
do rio.....se todas as mulheres que eu já tive
depois de você...hoje perdidas todas as chances
não quero mais...não preciso mais Explorar meus
semblantes
eles estão cansados.....não me toque....não me
deixa
em paz porque quero fazer da minha solidão
o meu único espaço...arrumar minhas gavetas
com cheiro de mofo...e na ponta da minha película
encontrar você...a mulher que está em mim desde
a muito tempo....mesmo que eu não me satisfaça
completamente...é o suficiente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
domingo, 18 de novembro de 2012
BOCA QUE ME BEIJA
BOCA QUE ME BEIJA
boca que me beija ao longo das minhas
maneja de forma os traços descritos
em nós duas ficaram cravados em mim
apenas em mim todas as misturas de mãos
olhares
pedintes
no canto dos nossos tempo
perverso tempo que me atinge
engolindo o meu ventre....
ah!!!!! me lembro suas mãos acariciando
meu rosto passeando entre meus cabelos
o vento me faz lembrar demais de você
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sábado, 17 de novembro de 2012
Charles Aznavour - Mourir d'aimer (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
AGITA-SE
agita-se me olha com desejo
deixa seus mamilos eretos
esfrega em minha cara atiça-me
sente o meu olhar vou ferir-me que se dane
curvo e me toco sinto tesão
aperto até rasgar entrando fundo
faço sexo aos seus sinais
espero você se virar enxuga-se na cama
vem com ternura mais pega no meu ponto
ai seja fera suga o tempo tortura e eu
me acalmo meus membros crescem
ambas coladas nos hábitos
desumana quando aflita eu fico louca
apertadas galopando grelho dorso faz grito solto
no vai e vem te capo para dentro
sem pedir licença até você desmaiar
e fico pensando nas mulheres
que estive durante o dia
POESIA DE BEY CERQUEIRA
EXPLORA
EXPLORA
explora o meu sexo vai
traça em seu perfil o que quiser
em mim com certeza ficará escrito
em prós essas suas unhas vermelhas
sobre o meu sangue exposta nua
desarrumada dentro entre posto
arde....profundamente te peço
traz a mim o que te toca
te rasga e me chama
POESIA DE BEY CERQUEIRA
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
SÓ SE LIDA COM O PASSADO
SÓ SE LIDA COM O PASSADO
só se lida com o passado
quem não tem medo de enfrentá-lo
enfrentando com garra sem vergonha
sem medo então não me venha impor
os seus conteúdos com os seus
burocratas falsos profetas puritanos
nascentes de águas indecentes porque
dentro das minhas entranhas com
as pernas fechadas existe instintos momentos
que não me importo em
tocá-los beijá-los acariciá-los ou
simplesmente arrancá-los dentre meus dedos
do meu íntimo vazio sem nada
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
MARIA BETHÂNIA (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
VOCÊ HOJE
você hoje me tirou do eixo
ouvi coisas horríveis por sua causa
então tenha uma boa noite
durma bem...me dá um tempo
não me peça calma não sou sua mulher
sonha um sonho mais sonhado
com gosto de framboesa deita na sua cama
que eu me dispo do avesso e te deleito
me excito em sentir seu cheiro
quero as ondas entre minhas mares
e no seu leito escutar você falar...
fique a vontade no desejar
me fascina mesmo quando estou
arremessada pela saudade
acaricie meus toques no toque dos
lábios entre nossos dedos
POESIA DE BEY CERQUEIRA
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
QUE ME VENHA
QUE ME VENHA
que venha me consumir incansavelmente
tire de mim a capa da puberdade falsa
me faça renascer das cinzas
que nasce entre um beijo na boca
a natureza frutífera dos nossos venenos
sobre duas maneiras que se marca um
corpo estúpido sobre uma nudez branda
que se exploram ardentemente
POESIA DE BEY CERQUEIRA
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Maysa - Ne Me Quitte Pas (POESIA DE BEY CERQUEIRA)
TESÃO
as tuas mãos suaves
entre os meus dedos
com a força das minhas mãos
lhe jogo na cama aberta
cheia de desejos
pisa em mim
me embriaga
velha dor que queima ao meu olhar
que se encaixam
como suco da erva lambida
gosto de vinho seco bandida
embriagamo-nos
eu desenho o seu contorno
sobre minha boca toda
e entro em delírios
arrepios
tremores
choquinhos
te revestia
POESIA DE BEY CERQUEIRA
HORAS
HORAS
horas fugas
efêmeras
horas castigada
castidade machucada
leve horas sem rugas
que rasga rude
uma nudez blasfêmia
hora ore tu sobre mim
que sangro bebendo vinho rose
nesse vai e vem proibido pela lei
hora dentro da vertigem labirinto
erva fria que cai sobre minha
máscara maldita de uma
menina mulher nas minhas horas
vagas febris....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
NEUZA
NEUZA
N ao se perca mais do meu eu a sua essência eu sinto está dentro de mim
E nvia-me seu sopro me deixa com vida novamente tira a camisola
U ne em meus seios tocando-o sentimos tantos desejos
Z anga comigo me dá uma surra me chama de tua me joga na cama
A mor da minha vida nem os deuses tinha conta de tanto amor
endurecido dentre minhas pernas a calma serena em minhas entradas
não consigo raia o dia sem me virar de bruço abrindo as pernas
sentindo seu cheiro dentre meus dedos
me entrego a você até debaixo dos nossos pecados segredos
aos meus revelados você sabe todos meus lábios secos
sente o acordar de um sol queimando
no meu ponto G
toca-os novamente
sou uma planta carnívora
pronta para amar-te
intensamente novamente
caso queira
POESIA DE BEY CERQUEIRA
N ao se perca mais do meu eu a sua essência eu sinto está dentro de mim
E nvia-me seu sopro me deixa com vida novamente tira a camisola
U ne em meus seios tocando-o sentimos tantos desejos
Z anga comigo me dá uma surra me chama de tua me joga na cama
A mor da minha vida nem os deuses tinha conta de tanto amor
endurecido dentre minhas pernas a calma serena em minhas entradas
não consigo raia o dia sem me virar de bruço abrindo as pernas
sentindo seu cheiro dentre meus dedos
me entrego a você até debaixo dos nossos pecados segredos
aos meus revelados você sabe todos meus lábios secos
sente o acordar de um sol queimando
no meu ponto G
toca-os novamente
sou uma planta carnívora
pronta para amar-te
intensamente novamente
caso queira
POESIA DE BEY CERQUEIRA
SINTO MEU CORPO
SINTO MEU CORPO
sinto meu corpo inocente até você
o tornar totalmente indecente ai ele fica
entre nossos sexos a ternura sempre
prevaleceu tocando-a levemente
com uma pitada maliciosa reage
uma razão sem hora marcada
nesse momento apenas existe
sublimes encantos olhar único
duas mulheres no calor de dia ou a noite
suadas se arranham lambem sentem
uma na outra o reflexo não mente
aparece uma enquanto a outra completa
escondida dentro das marcas especial
nesse momento escrevo em seu corpo
pura emoção....no silêncio que se queria
muito....muito....
POESIA DE BEY CERQUEIRA
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